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terça-feira, 3 de junho de 2008

Todos os Modelos do Phenom

Autor: Gabriel Torres e Cássio Lima
Tipo: Artigos
Última Atualização: 13 de dezembro de 2007
Página: 1 de 1
Introdução
O Phenom é a mais nova série de processadores da AMD baseada na nova microarquitetura K10. Neste tutorial listaremos todas as principais especificações técnicas de todos os modelos do Phenom lançados ou anunciados até o momento.
Para uma explicação mais aprofundada sobre a nova arquitetura K10, leia nosso tutorial Por Dentro da Microarquitetura K10 da AMD.
As principais diferenças entre o Phenom e o Atlhon 64 são as seguintes:
Uso de um cache de memória L3.
Uso de um barramento HyperTransport 3.0 entre o processador e o chipset, aumentando a largura de banda disponível entre o processador e o mundo externo. É importante notar que até o momento os processadores Phenom não trabalham com o desempenho máximo oferecido pelo barramento HyperTransport 3.0.
Uso de linhas separadas de alimentação para o processador e para o controlador de memória, que está embutido dentro do próprio processador (esta tecnologia também é conhecida como “split-plane” – “alimentação dividida” – ou DDPM, Dual Dynamic Power Management, ou Gerenciamento Elétrico Dinâmico Duplo ).
Uso de um gerador de clock para o controlador de memória com um valor fixo. Isto resolve o problema que acontece com o Athlon 64 onde dependo do modelo do processador as memórias não funcionam em seu desempenho máximo.
Suporte para memórias DDR2 até DDR2-1066/PC2-8500 (processadores Athlon 64 suportam até DDR2-800/PC2-6400).
Uso do novo soquete AM2+.
Existem mais diferenças entre os processadores Phenom e os processadores Athlon 64, como você pode aprender lendo o tutorial mencionado acima.
Os processadores Phenom podem ser instalados em placas-mãe soquete AM2 antigas, mas eles estarão limitados à taxa de transferência de 4.000 MB/s do HyperTransport 2.0, não usufruirão da tecnologia DDPM e o controlador de memória trabalhará com a clock menor (1,6 GHz).
Até agora a AMD lançou ou anunciou apenas modelos do Phenom de quatro núcleos com as seguintes especificações técnicas para todos os modelos:
Quatro núcleos de processamento;
Cache de memória L1 de 128 KB por núcleo.
Cache de memória L2 de 512 KB por núcleo.
Cache de memória L3 de 2 MB;
Barramento HyperTransport 3.0 trabalhando a 1,8 GHz (7.200 MB/s) ou 2 GHz (8.000 MB/s), dependendo do modelo. Note que o HyperTransport 3.0 oferece taxas maiores (2,4 GHz/9.600 MB/s e 2,6 GHz/10.400 MB/s) que ainda não estão sendo utilizadas;
Soquete AM2+;
Processo de fabricação de 65 nm.
Modelos "Black Edition" possuem o multiplicador de clock destravado, significando uma maior capacidade para overclock, já que eles podem ser configurados como se fossem um processador de clock mais elevado.

Fonte: O clube do Hardware

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Windows Vista SP1 não resolve incompatibilidades




A Microsoft alertou seus consumidores que o Windows Vista SP1 não tem o objetivo de corrigir problemas de compatibilidade de aplicativos. Em um documento lançado recentemente, a empresa afirma que as aplicações que apresentaram problemas de compatibilidade com o Windows Vista provavelmente terão os mesmos problemas com o Windows Vista SP1.
Vista SP1 não é feito para resolver problemas de compatibilidade de aplicativos
Com isso, a desenvolvedora do Windows confirma que as empresas não precisam esperar o lançamento da atualização para testar seus programas. Várias empresas ainda não apresentam planos de atualização para o sistema operacional justamente por medo dos possíveis problemas com seus atuais softwares.
Para várias empresas independentes e para a Microsoft, o maior problema é fazer os aplicativos funcionarem com as avançadas funções de segurança do Windows Vista, como o controle de conta do usuário (UAC). A Microsoft já garantiu que todos os aplicativos que rodam perfeitamente no Windows Vista continuarão funcionando no Vista SP1.

Service Packs da Microsoft

Disponíveis para Download
Service Pack 1 Windows Vista - A Microsoft disponibilizou um documento detalhando o conteúdo do Service Pack 1 do Windows Vista - e a lista inclui mais de 300 hotfixes, que atuam desde a proteção de dados até a mlhoria na performance de vídeos.A lista está disponível para download no site da Microsoft e tem 47 páginas. A empresa planeja adicionar mais hotfixes e atualizações ao Windows Vista SP1 antes do lançamento da versão final no primeiro trimestre de 2008. Por enquanto, usuários do Windows Vista podem entreter a si mesmos navegando pela lista com as centenas de atualizações contidas no SP1.
Windows Vista SP1 agora com hotpatching
Windows Vista SP1 habilita o suporte para hotpatching, uma tecnologia para reduzir a obrigatoriedade da reinicialização do sistema depois da aplicação de atualizações. Ela trabalha permitindo que os componentes do Windows sejam atualizados enquanto ainda estão em uso por um processo em execução. As atualizações que permitem o hotpatching são instaladas com os mesmos métodos usados pelas atualizações tradicionais, e não vão exigir a reinicialização ("reboot") do computador.Outras melhorias:
Melhora a implementação de atualizações ao tentar instalar novamente atualizações que falharam em casos onde múltiplas atualizações estão pendentes e a falha de uma delas causa a falha de todas as outras.
Possibilita uma instalação mais confiável do SO ao otimizar os instaladores para que estes sejam executados apenas durante a instalação da atualização. Menos instaladores operando resultam em menos pontos de potenciais falhas durante a instalação, o que leva à uma instalação mais robusta e confiável.
Melhora o tempo total de instalação para atualizações ao otimizar as consultas por atualizações instaladas no SO.
Melhora a robustez durante a instalação de atualizações ao ser resiliente com erros transitórios como violações de compartilhamento ou violações de acesso.
Melhora a robustez de falhas transitórias durante a limpeza do disco depois da instalação das atualizações.
Melhora a experiência de desinstalação para atualizações do SO ao melhorar as rotinas de desinstalação em código de instalação personalizado no SO.
Melhora a confiabilidade das atualizações do SO ao fazer com que elas fiquem mais resilientes para interrupções inesperadas, como falha de energia.


Service Pack 1 Office 2007
O Microsoft Office 2007 Service Pack 1 oferece importantes melhorias na estabilidade, performance e incorpora diversas melhorias na segurança.
Este Service Pack também inclui todas as atualizações lançadas para o Office 2007 desde seu lançamento. Você pode obter mais informações sobre o SP1, incluindo uma lista de problemas corrigidos, no artigo 936982: Description of the 2007 Microsoft Office suite Service Pack 1 da Base de Conhecimento da Microsoft.Requisitos do Sistema
Sistemas Operacionais com Suporte: Windows Server 2003 Service Pack 1; Windows Vista; Windows XP Service Pack 2

Esta atualização se aplica aos seguintes programas:
Microsoft® Office Basic 2007
Microsoft® Office Enterprise 2007
Microsoft® Office Home and Student 2007
Microsoft® Office Professional 2007
Microsoft® Office Professional Plus 2007
Microsoft® Office Small Business 2007
Microsoft® Office Small Business Management 2007
Microsoft® Office Standard 2007
Microsoft® Office Ultimate 2007
Microsoft® Office Access® 2007
Microsoft® Office Excel® 2007
Microsoft® Office FrontPage® 2007
Microsoft® Office InfoPath® 2007
Microsoft® Office Outlook® 2007
Microsoft® Office PowerPoint® 2007
Microsoft® Office Publisher® 2007
Microsoft® Office Word 2007
Microsoft® Office OneNote® 2007
Microsoft® Office Groove® 2007

Service Pack 3 Windows XP - Clique aqui
Visão Geral
O Windows XP SP3 inclui todas as atualizações já lançadas para o sistema operacional. A atualização também inclui algumas novas funcionalidades que não alteram muito a experiência dos clientes com o sistema operacional. Este é um arquivo de imagem de CD para usuários que desejam criar um CD de atualização p/ o Windows XP SP3; por exemplo, para instalação offline por administradores.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

GeForce 8800GT

Por Alexandre Ziebert
29 de Outubro de 2007
Fonte: Fórum Pcs

Mesmo tendo sido lançada um bom tempo antes que a Radeon HD 2900XT, a GeForce 8800GTX manteve o título de melhor placa de vídeo do mercado. Porém são poucos os que podem ou estão dispostos a pagar 500 dólares em uma placa de vídeo top de linha. Logo abaixo dela temos a 8800GTS, que oferece ótima performance mas ainda custa quase 300 dólares e ao descer mais um degrau tropeçamos com a 8600GTS... A 8600GT é uma proposta honesta, oferece performance compatível com seu custo, ambos muito bons. Porém a 8600GTS é basicamente uma 8600GT "overclockada" mas é bem mais cara e ainda fica muito longe de uma 8800GTS. Desde a geração anterior não temos placas que oferecem performance próxima à das top de linha mas a um preço mais convidativo, como a GeForce 7900GS ou a Radeon X1950PRO.

Mas é com prazer que os trago a boa nova! Hoje (29 de outubro) chega às lojas a GeForce 8800GT, com preço estimado de 200 dólares para a versão de 256MB e 259 dólares para a versão de 512MB.

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Teste do Processador Core 2 Extreme QX9650

Autor: Gabriel Torres e Cássio Lima
Tipo: Testes Última Atualização: 28 de novembro de 2007
Fonte: clube do Hardware

O Core 2 Extreme QX9650 da Intel, conhecido anteriormente como Yorkfield, é o primeiro processador para desktop da Intel a ser construído com processo de 45 nm. Ele é um processador de quatro núcleos que trabalha internamente a 3 GHz e externamente a 1.333 MHz, tendo portanto as mesmas especificações de clock do Core 2 Extreme QX6850. O QX9650, no entanto, traz duas novidades: o novo conjunto de instruções SSE4 e um cache de memória L2 maior (12 MB), o que faz com que este seja o processador para desktop mais topo de linha disponível no mercado hoje. Será que essas duas novas características aumentam o desempenho do processador? É exatamente isso que iremos descobrir.



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quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Gabinete Chieftec BA-01B-B-B


Introdução
No início desta semana publicamos o teste do gabinete Chieftec BH-01B-B-B. Se você gostou dele, prepare-se para conhecer o seu "irmão maior", o BA-01B-B-B, que é um gabinete muito semelhante ao BH-01B-B-B, exceto por uma diferença: ele é enorme!





Com 650 mm de altura (contra os 440 mm do BH), ele possui impressionantes seis baias para unidades de 5 1/4" (unidades ópticas, principalmente) e nada menos do que oito baias internas para discos rígidos. Claramente este gabinete é voltado ao mercado de estações de trabalho de alto desempenho e servidores de pequeno e médio porte (visto que servidores profissionais usam o padrão de gabinete em "rack"). Mas obviamente o usuário "gamer" também poderá usá-lo sem problemas, especialmente se usar arranjos RAID.


Na Figura 2 podemos ver que a furação da lateral esquerda é idêntica a do BH-01B-B-B, composta de uma entrada de ar para a refrigeração dos discos rígidos e de espaços para a instalação de duas ventoinhas de 90 mm (uma para refrigerar o processador e outra direcionada para a placa de vídeo).
Assim como seu "irmão menor", ele não possui janela transparente. A pintura do modelo que testamos é preta, porém existem modelos de outras cores.

Review completo no clube do hardware

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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Epson Stylus Photo R380


CNET editors' review
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Reviewed by: Felisa YangEdited by: Matthew ElliottReviewed on 10/20/06 Release date: 10/1/06 The Epson Stylus Photo R380 offers a wide range of project and feature options for the amateur photo enthusiast. At $200, it's more expensive than most standard snapshot printers, but the added money gets you an inkjet printer that prints still images and still captures from video, while also printing on compatible CDs/DVDs. And it does this all with great image quality. Dare we say it? Using this printer was fun, not something we often use to describe a printer. The similarly priced Canon iP6700D provides comparable image quality but fewer features overall.
DesignThe Epson Stylus Photo R380 printer is about the size of an inkjet all-in-one device--rather bulky for a single-task machine. The silver and dark gray body won't win any design awards, but it doesn't offend. With both paper trays folded out, it measures 17.7 inches wide, 21 inches deep, and 11.1 inches tall and weighs a smidge less than 16 pounds. A lid resembling a scanner lid opens to reveal the printhead and ink-tank compartment.
Paper-handling options are limited: a single paper support folds in the rear for input, and a foldout tray in the front has extension panels for output. The input tray can hold up to 120 sheets of plain paper or 20 sheets of photo paper, so if you have a big print job, you'll find yourself standing by to refill the tray. Next to the output tray is a lever that adjusts the tray's position: up for normal output and down for CD/DVD printing. Conversely, the Canon Pixma iP6700D provides two input sources (cassette and tray), which is a convenient setup if you often switch between paper types or regularly print very long documents.
Above the output tray, you'll find a USB port for connecting PictBridge-enabled cameras or USB storage devices, as well as two media card slots that accept most common types of memory cards. (The memory card slots are hidden behind a black, translucent plastic door.) The control panel resides above these inputs. Two mode buttons let you switch between CD/DVD print mode and memory card mode. The setup button takes you to a menu where you can adjust the settings or perform maintenance on the printer. When viewing photos on a memory card, the display/crop buttons switches between allowing you to crop a single photo and zooming out to view 16 images at once--handy if you have a lot of photos on a card. The print settings button brings up a menu that lets you make adjustments to image quality, paper type and size, and layout. You can increase and decrease the number of prints you want on the fly with the plus and minus buttons. Rounding out the control panel is an attractive 3.5-inch color LCD.
The R380 is easy to install and comes equipped with only a USB port for connectivity. It uses a six-ink system with individual tanks, which is great for saving money and reducing waste. The ink-tank compartment is labeled so that you know where each tank lives. All the tanks are available in both regular and high-capacity versions--the regular black costs slightly more than $16 to replace, while the regular color tanks cost about $14.25. Each of the high-capacity tanks costs $20.
FeaturesThe feature set of the Epson Stylus Photo R380 will keep photo hobbyists happy for quite a while. When printing from a memory card, you can click through each picture individually, selecting the number of copies you want, and making adjustments along the way. Specifically, you can crop a photo; choose the type and size of paper; change the output quality; alter the layout (border, borderless, 1-up, 2-up, 20-up, and so on); apply a sepia or black-and-white filter; make adjustments to settings such as brightness, contrast, sharpness, and saturation; and add a date to the print.
If you have a large number of photos on a card, scrolling through them one by one could get tedious, so the R380 offers a zoomed-out view, which shows 20 thumbnails at once on the LCD. Using the thumbnail view, you can quickly set the number of prints you want for each picture and make the above-mentioned adjustments to your chosen pictures. Another alternative is to print an index sheet of all the photos on the card. Because the printer lacks a scanner, the index serves only as a reference. The thumbnails are helpfully labeled with the image number, however, which allows you to quickly scroll through the images on the LCD to the correct one. Alternatively, you can choose to print all the photos on your card or just the ones shot on a particular date. The process for printing photos from a USB drive is the same as we've just described.
One feature we found particularly fun is the ability to print stills from digital videos. You can watch the entire video, stop it at the frame you want to print, and make all the photo adjustments mentioned above. It's a simple task to rewind or fast-forward through the video, and if your clip is particularly long, the printer will set chapters so that you can quickly step through the whole thing. This feature is great for capturing that perfect moment or creating a flip book, if you're so inclined. Generally, video resolution is lower than print, though, so you'll have to set your video camera's resolution very high to get quality 4x6 prints. The video stills we printed had that "captured from a video" blurriness to them.
Another nifty feature on this printer is the ability to print directly on specially coated CDs and DVDs. A number of companies, including Memorex and Verbatim, make these inkjet-compatible CDs and DVDs, and you should be able to find them easily in office supply stores or online. Push down on the lever next to the output tray to correctly orient the tray for CD printing. The printer comes with a special sleeve designed to hold a single CD. Load a CD onto the sleeve and insert the sleeve into the guides on the printer's output tray. (Epson recommends burning the data onto the CD before printing on it.) Printed arrows help you align the sleeve correctly. If you want to print directly from a memory card, you have the option of choosing layout (1, 4, 8, or 12 images), adjusting the print position, and making the normal range of image enhancements. If you want to get more creative, you can use Epson's Print CD utility, which comes on the driver disc. Here, you can make creative layouts, overlay text, and add shapes, among other options. We prefer the printable discs to technologies such as Lightscribe (which etches an image onto disc) for a couple of reasons. First, you can print color images to inkjet-compatible discs; so far, Lightscribe is limited to grayscale images. Second, printing an image to a disc taeks about as long as printing a similar size photo, whereas to fully cover a disc with an image using Lightscribe is a patience-testing process. To complete the package, the R380 also gives you the opportunity to print jewel case inserts. Using letter-size paper, you can select a single image or up 24 images to print, and the outputted sheet will have hash marks recommending where to cut and fold so that the print fits into a jewel case.
Finally, you can quickly backup or move images to or from a memory card. To move photos from a card to your PC, simply navigate to the removable drives, select the printer, and drag-and-drop the images from the card to your PC. Moving images from your PC to a memory card is the same procedure. Alternately, you can back up the contents of a memory card to a USB storage device plugged into the R380's USB port, including flash thumbdrives, USB hard drives, or USB CD/DVD burners. To do so, you'll have to turn off your PC, navigate to Backup Memory Card under the Setup menu on the printer, and press OK to begin copying the files.
When printing from your PC, the Canon Pixma iP6700D offers more image adjustment options, such as color balancing, but overall the Epson Stylus Photo R380 trounces the Canon when it comes to features.
PerformanceAs the Epson Stylus Photo R380 is an inkjet printer, and a photo-oriented one at that, we didn't expect fast text prints. True to form, it printed black text at a rate of 2.97 pages per minute (ppm), slightly faster than the Canon Pixma iP6700d, which printed text at 2.86ppm. The slightly less expensive HP Photosmart 8250 nearly doubled that rate, with 5.34ppm. The Epson made fast work of 4x6 photo prints, though, spitting them out at a rate of 1.83ppm; the Canon did the same prints at a slightly slower 1.35ppm.


The Epson's print quality is quite satisfactory for amateur photo hobbyists. Its text quality in our tests wasn't perfect--not surprising given its photo focus. We saw fuzziness along the edges, but the characters were otherwise consistently well formed and nicely dark. In the color graphics print, the R380 showed nicely saturated color blocks, very smooth color gradients, and excellent color reproduction. The photo elements were impressive, and even the text looked good. The 4x6 photo prints revealed great detail, good color reproduction, and not a trace of graininess, though we would have liked to see a bit more warmth and brightness. The photo had an overall muted quality to it. The print quality isn't up to par for professional photographers, but hobbyists will be pleased.
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Gabinete Chieftec CX-01B-SL-B



Autor: Daniel Barros
Tipo: Testes
Última Atualização: 24 de março de 2005

Ir para... Introdução Visão Geral O Chieftec CX-01B-SL-B por Dentro Principais Caracteristicas Conclusões
Introdução
Computadores de última geração com processadores, placas de vídeo e discos rígidos poderosos necessitam de super gabinetes. De nada adianta você gastar todo o seu dinheiro em componentes de ultima geração e depois montar o seu super micro em um gabinete genérico, apertado e sem ventilação.
Recebemos da Windys, que distribui além dos gabinetes Chieftec, produtos da Zalman e Seventeam, o gabinete Chieftec da série Extreme modelo CX-01B-SL-B para testes.

Visão Geral
O CX-01B-SL-B é um gabinete grande, mede 540 x 205 x 522 mm (P x L x A) e tem, inclusive, pés de apoio laterais. Seu visual, apesar de discreto, é muito bonito, possuindo uma grande janela lateral de acrílico. O acabamento externo é muito bom. A pintura na cor grafite não apresenta falhas e seu painel frontal possui as laterais em plástico. A parte central do painel é uma tela de metal perfurado que ajuda na ventilação e conta com filtro de ar. A estrutura é bem firme, sem falhas de encaixe ou peças soltas, e as laterais saem sem esforço. Na parte traseira o CX-01B-SL-B conta com espaço para uma ventoinha de 120 mm e seus parafusos externos são do tipo manual, não precisando de ferramentas para sua abertura.


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sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Mouse para os dedos


Mouse na ponta dos dedos

Com um projeto totalmente inovador, chega ao mercado um acessório que promete agradar quem gosta de estar em dia com a tecnologia. Trata-se do Finger Mouse, um mouse óptico de dedo criado para pessoas que precisam de precisão e sensibilidade para desenvolver suas tarefas no computador.
O Finger Mouse se ajusta entre o dedo indicador e o polegar do usuário através de um elástico-anel, que regula a posição mais confortável para usá-lo. É possível usar o ponteiro na tela de uma maneira fácil e prática, como se fosse a extensão do dedo do usuário, garantindo melhor desempenho nos trabalhos mais complexos.Especificações:• Tamanho: 62x23x33 mm• Tamanho do cabo: 1.2m • Peso: 35g • Botões: 2 botões e um botão scroll com interface USB• Sistema de Leitura: Sistema de sensor • Resolução: 800 dpi• Sistemas operacionais: Windows ME/2000/2003/XP
Com um projeto totalmente inovador, chega ao mercado um acessório que promete agradar quem gosta de estar em dia com a tecnologia. Trata-se do Finger Mouse, um mouse óptico de dedo criado para pessoas que precisam de precisão e sensibilidade para desenvolver suas tarefas no computador.
O Finger Mouse se ajusta entre o dedo indicador e o polegar do usuário através de um elástico-anel, que regula a posição mais confortável para usá-lo. É possível usar o ponteiro na tela de uma maneira fácil e prática, como se fosse a extensão do dedo do usuário, garantindo melhor desempenho nos trabalhos mais complexos.Especificações:• Tamanho: 62x23x33 mm• Tamanho do cabo: 1.2m • Peso: 35g • Botões: 2 botões e um botão scroll com interface USB• Sistema de Leitura: Sistema de sensor • Resolução: 800 dpi• Sistemas operacionais: Windows ME/2000/2003/XP
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

AVIVO HD vs. Purevideo HD: O que você precisa saber sobre vídeo de alta definição




AVIVO HD vs. Purevideo HD: What You Need to Know about High-Definition Video
Tom's Hardware


Don Woligroski
June 8, 2007 07:44

Playing HD DVD And Blu-ray Movies On The PC
It is no secret that the movie industry is unhappy about video piracy. And while I could easily write volumes on the politics of the subject, that would have very little effect on the user experience. So for now, let's concentrate on how the whole digital rights management thing affects the little guy - you and I, the lowly PC users.
Although the information has been out there for some time, there is still a great deal of confusion regarding digital rights management on the new optical formats, both for HD DVD and Blu-ray. I think it's worth a re-cap because the hardware is becoming commercially available; it's not just theory anymore.
The problem is that there are no simple answers, just a lot of caveats and conditions. If you were to ask "what do I need to play HD movies on the PC?" the only correct answer is: "that depends".
What does it depend on, then? Well, right now your PC HD experience depends primarily on the signal type you plan to use...
Signal Type: Analog Vs. Digital
Digital technology allows us to make perfect copies of media. Every copy of a digital audio file - music or video - is perfectly identical to the original. However, if you were to make a copy of an analog file, say by recording a radio broadcast to a cassette tape, the copy would never be as good as the original broadcast. In the analog world, this is known as generation loss.
Because of generation loss, analog signals are much less intimidating to the movie and music industry. As a result, analog signals have fewer constraints than digital signals.
Analog Output
First, the good news about analog output:
Today you could buy an HD DVD or Blu-ray drive, put it in your PC, install HD movie playing software, and play a movie at 1080p resolution using your analog VGA output! No special HDCP compliant hardware is required!
Of course, your CPU would have to be fast enough to decode the data. If not, you would need a fast enough Avivo or Purevideo HD video card to assist the video decoding process (more on that soon). But the basics are a HD/Blu-ray drive and an HD software player. That's it.
And now for the bad news about analog output... well, three bits of bad news, actually:
Firstly, analog Component video is limited to 1080i (interlaced) resolution. The full 1080p (progressive) resolution is not available on analog component video. It is available on an analog VGA output, however.
Second, the movie industry has the option of enabling a couple of different flags on future HD/Blu-ray disks that will limit your analog use. One such flag is called the Image Constraint Token, or ICT. Once the ICT is enabled, a 1080p source video will be purposefully degraded in resolution before it gets to your television or monitor. That means you won't see the original source file that is 1920x1080 pixels in size. What you will see instead is an image degraded to one half that resolution, with one quarter of the image data, 960x540 pixels in size. ICT is expected to be enabled sometime around the year 2010, but it could happen tomorrow. No guarantees, folks.
Thirdly, there is another flag that the movie industry can adopt whenever it chooses to: this one is called the DOT, or Digital Only Token. If the DOT flag is set on an HD/Blu-ray disk, that disk will not work on an analog output, period. That's right, DOT flagged HD/Blu-ray disks will not work on VGA output, component output or even the standard Xbox 360's, which have no digital output option at all (The Xbox360 'elite' has a digital HDMI cable output, however).
It's a bit scary but its a few years away yet. Clearly though, digital is the future, so let's examine what we need to get digital output working with HD DVD and Blu-ray disks.

Digital Output
Digital output on the PC is handled either through the DVI cable or HDMI cable.
First, the bad news about digital output: Listen up people: every piece of hardware in the video chain needs to be DRM certified to allow for digital playback of protected HD content.
On the PC, this means that your optical drive has to be AACS enabled, your video card has to be HDCP enabled, and even your monitor has to be HDCP enabled.
If a single piece of the puzzle is not capable of handling digital rights management, the house of cards will fall and there will be nothing... no digital playback whatsoever, not even at a reduced resolution.
What's the good news about digital? Well, both HDMI and DVI allow for full 1080p output, which is nice. And once you've purchased the HDCP compliant hardware, you don't have to worry at all about the ICT or DOT flags. Those future restrictions are just for the analog users, so if you've taken the financially painful steps to get on board with HDCP compliance, you don't have to worry about any restrictions in the foreseeable future.
Hopefully that summary gave you an idea of what you need to get HD movie formats working on your PC. Armed with this information, let's have a closer look to what ATI and Nvidia have brought to the HD table with their Avivo and Purevideo HD technologies.
What Will Avivo And Purevideo HD Do For My HD/Blu-ray Video Playback?
If it is true that all you need to get analog HD playback on the PC is an HD/Blu-ray drive and an HD software player, what benefit do the Avivo and Purevideo HD technologies provide?
There are two main benefits of these technologies when playing back HD video formats: hardware decompression of the video files (which assists the CPU to playback HD movies smoothly), and visual quality enhancements.

Hardware Video Decompression
Hardware decompression for playback of HD content is crucial for many PCs out there, the simple reason being that many CPUs are not fast enough to play back HD smoothly. The situation is very reminiscent of the days when DVDs were new to the PC, and the CPUs of the time couldn't handle the 30 frames per second of 720x480 video output. Today, of course, DVD output is easy for contemporary CPUs, but new 1080i video is 30 frames per second of 1920x1080 pixels. HD optical formats are also compressed with V-1 and x.264 codecs that can bring even a modern CPU to its knees.
Both Avivo and Purevideo HD promise to take much of the processing load off of the CPU, and provide a smoother HD playback experience. This is something we will test to see who does a better job of providing smooth HD playback.
Visual Quality Enhancements
Just like the DVD arena, Avivo and Purevideo HD have the ability to actually enhance the HD viewing experience by removing noise, smoothing out jaggies and making the high-resolution video we watch even clearer.
To test these cards' ability to deliver image quality enhancements, we will be using the HQV's new HD benchmark on HD DVD.
HD Video Playback Software: Cyberlink's PowerDVD 7 And Intervideo's WinDVD 8
At this time, there are essentially two major software players that can process protected HD DVD/Blu-Ray content on the PC: Cyberlink's PowerDVD Ultra and Intervideo's WinDVD Platinum.
I wanted to mention that I have been working on this article for a few months now, and when I started I was given the impression by the Cyberlink and Intervideo Websites that all I had to do to get things up and running was to get a copy of the latest-and-greatest versions of PowerDVD and WinDVD. So I forged ahead and started testing, and was puzzled at how I couldn't seem to get much of anything to work. More often than not, playback would provide a black screen or a message informing me that my video driver was too old, which was puzzling since I was using the newest drivers available, and that every piece of the video chain - HD disk player, video card and monitor - were supposedly AACS/HDCP compliant.
Of course, I contacted the good folks at Cyberlink and Intervideo who let me know that their playing software was either being fixed for, or simply wasn't ready for, HD video playback. This would have been fine and dandy except that to my eyes, their Websites implied that their software was ready for HD DVD/Blu-ray disk playback. In my experience, it was not.
The good news is that PowerDVD Ultra build 2911_DVD070424-01b seems to work just fine, and from what I understand, it's already available at retail. The version of PowerDVD Platinum that we used for testing was build 8.0.8.221, which also seemed to work fine, but I'm not sure if it's been released to the public yet. In any case, the near future is looking good as far as the HD DVD/Blu-Ray playback software is concerned. Let's have a look at the hardware we used in our testing.




















Some may cry foul at the use of this made-for-console HD DVD drive in these tests, but think about it folks: if you're an early adopter who wants to play HD video on your PC, chances are the Xbox 360's add-on HD DVD drive is a very attractive option for you. At only $200 it undercuts all of the players on the market by a substantial margin, comes with a copy of King Kong, and it works just fine. There were rumors that the drive wasn't AACS compliant and that it couldn't play protected content: the testing we've done suggests otherwise as it had no problem playing back our test DVDs, "King Kong" (encoded in VC-1) and "Lucky Number Slevin" (encoded in H.264). This is good news for Xbox360 Elite owners who want to watch HD-DVD content with a digital connection.

To view protected content over a DVI or HDMI connection, the monitor must also be HDCP compliant. HDCP monitors are becoming more and more common, and for this review HP was kind enough to provide us with a sample w2007 20.1" LCD monitor.
The w2007 is a good choice for this review because of its HDCP compliance, good image quality and attractive price. The w2007 has a resolution of 1680x1050, typical of a 20" widescreen monitor.
You may notice that the native resolution of this monitor is below the 1080p resolution of 1920x1080. Choosing a 20" monitor was a conscious decision on our part to replicate the conditions experienced by the typical user out there: very few people are buying larger than 24" widescreen monitors right now with 1920x1200 resolution. We want the hardware to scale the video so we have more of a real-world situation when we perform our CPU utilization tests.







Test System And Installation Notes, Continued



The cheapest video card in our tests, the 8500 GT, isn't a great gamer's card, but it features full-spectrum HD video decode acceleration for disks using the H.264 and AVC codecs, and almost full decode acceleration of HD disks using the older VC-1 codec. Until ATI releases the upcoming Radeon 2400/2600 cards, the Geforce 8500/8600 might be the most cost effective way to get an older PC to handle the high computational load of decoding HD-DVD and Blu-Ray video. We're going to take it to task and find out just how effective it is.




Video card 1: Geforce 8600 GTS
A better gaming card than the 8500 GT, the 8600 GTS also sports full H.264/AVC decode acceleration like the 8500 GT. It will be interesting to see if it sports any real-world video decode performance advantage over its smaller brother.
Video card 3: Geforce 8800 GTX
Nvidia's DirectX 10 flagship is a little older than the new 8500/8600 series cards, and as such it doesn't sport the same full H.264 video decoding technology. It will be interesting to see what it can accomplish in the HD video arena compared to its young upstart cousins.



Radeon X1900XTX
The Radeon X1x00 architecture was the best ATI had to offer until the new Radeon HD 2900 XT was introduced recently. We'll include it for reference to see what it can do. A point of interest is that the X1900 XTX isn't HDCP enabled like its newer X1950 PRO and XT/XTX cousins, so it was unable to play protected content via a digital DVI connection - we had to use the VGA output.


Radeon HD 2900 XT
Compared to Nvidia's 8800 series, the HD 2900 XT has gotten mediocre reviews in the gaming arena since its introduction. In the HD video arena, it's already taken a bit of a PR beating since it's been revealed that the 2900 XT won't support the same fully accelerated video decode capabilities of the upcoming 2400/2600 cards.
However, the HD 2900 has some nifty tricks up its sleeve, like a native HDMI connector and its own audio processor! This audio processor allows the HD 2900 XT to deliver protected audio through the HDMI interface, which means that the user will be able to experience the highest quality audio possible. As far as I know, every other video card with an HDMI output does not have this capability, and therefore audio quality will be degraded during the playback of protected content like HD DVDs or Blu-ray disks.
Addendum: Due to limitations we have not yet explored concerning the HDMI interface on the PC, even the 2900 XT cannot provide the highest quality/bandwidth audio that the HDMI interface is capable of hosting, such as Dolby True HD or DTS Master Audio formats. The 2900 XT's sound quality increase over any other video card with HDMI output - one that requires a separate cable to bring audio into the video card - is debatable, and we will delve into sound quality/protected audio issues in our next Purevideo HD/Avivo HD article. For now, keep in mind that the strength of the 2900 XT is not that is offers the highest quality audio that the HDMI interface can handle at this time. The 2900 XT's most compelling audio feature is that when using the HDMI output, it does not require an audio cable to be attached from a separate sound card or motherboard. Most other video cards with an HDMI output require a separate audio cable between the sound card and video card for audio to work over HDMI.
Interesting features, but now let's put the 2900 XT to the test and see if it can deliver in real world scenarios

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O dínamo gráfico da ATI


Fonte: PC MAgazine e Clube do Hardware

Jogadores, liguem seus motores! A Radeon HD 2900 XT, a primeira placa de vídeo DirectX 10 da ATI, foi lançada. Seu processador utiliza tecnologia similar à GPU do Xbox (também criado pela ATI). Surpreendentemente, a ATI manteve o preço de sua placa top de linha a cerca de US$ 400, enquanto placas de alta performance chegam a custar US$ 600.Em testes com jogos, a HD 2900 XT de 512 MB deixou a vedete da nVidia (GeForce 8800 GTX) comendo poeira. Ela se equiparou a 8800 GTX em pontuação no jogo Prey, em resolução 1920 x 1200, mas levou a melhor a 2560 x 1600, e a derrotou em Half Life 2: Lost Coast em resolução mais baixa. Em Call of Duty 2, a HD 2900 XT superou a 8800 GTX em ambas as resoluções, apesar de a placa ATI ter ficado extremamente lenta quando ligamos a filtragem anisotrópica e anti-aliasing.Porém, a HD 2900 XT é uma devoradora de energia. Nos testes, ela consumiu quase 90W a mais do que a Radeon X1950 XTX e 45 W a mais do que a GeForce 8800 GTX quando ociosa. Os resultados foram parecidos quando a placa estava em total uso. Nos jogos e com esse preço, porém, é difícil ser superada.

Questões de Alimentação
A nova Radeon HD 2900 XT requer dois conectores extras de alimentação – como seu chip ainda é fabricado com processo de 80 nm esta placa tem um consumo típico de 215 W e a AMD recomenda uma fonte de alimentação de pelo menos 500 W para esta criança (750 W se for usa a configuração CrossFire) – no entanto a AMD certificou algumas fontes de 400 W para serem usadas com esta nova placa de vídeo. A lista das fontes de alimentação certificadas pode ser encontrada aqui.
O problema é que o segundo conector de alimentação é um conector auxiliar PCI Express de 8 pinos especificado pelo novo padrão PCI Express 2.0 e praticamente todas as fontes de alimentação ainda não têm este novo conector. É por esse motivo que a AMD está lançando junto com esta placa de vídeo uma lista das fontes de alimentação “aprovadas”, com alguns fabricantes lançando hoje modelos “especiais” para esta placa de vídeo.





Para piorar ainda mais as coisas, este novo conector de oito pinos é muito parecido com o conector de alimentação de 8 pinos usado por placas-mãe, chamado EPS12V. O problema é que os fios no conector de alimentação auxiliar PCI Express de oito pinos são invertidos em comparação com o conector EPS12V: onde no primeiro é o fio terra, no segundo é o fio de +12V e vice-versa. Em outras palavras: se você instalar o conector EPS12V em sua placa de vídeo você pode queimar a placa, a fonte e outros componentes (nós esperamos que o circuito de proteção contra curto-circuito da sua fonte de alimentação evitará este desastre).
Na Figura 5 você vê um conector EPS12 comparado a um conector de alimentação auxiliar PCI Express de seis pinos. Veja como as posições dos fios pretos e amarelos estão invertidas. Além disso, veja como em nosso conector EPS12V havia um adesivo dizendo “CPU only” (este cabo era de uma fonte de alimentação Galaxy 1.000 W da Enermax). Nem todas as fontes de alimentação vêm com este adesivo ou com qualquer etiqueta de advertência.



Claro que em teoria o conector EPS12V não encaixa no soquete de oito pinos na placa de vídeo, apesar de termos descoberto que dependendo de como o conector EPS12V é construído esta instalação é de fato possível. Na Figura 6 você pode ver que conseguimos encaixar um conector EPS12V em um conector de alimentação auxiliar de oito pinos em nossa Radeon HD 2900 XT. Isto foi possível porque nosso conector EPS12V estava dividido em dois conectores de quatro pinos. A fonte de alimentação usada aqui era uma Zalman ZM600-HP.

Se sua fonte de alimentação não tiver este novo conector, você pode improvisar usando dois conector de alimentação auxiliar PCI Express de seis pinos.












Conector EPS12V instalado na placa de vídeo.
NÃO FAÇA ISSO



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Apple desabilita o iPhone

Fonte: PC Magazine

Apple desabilita o iPhone
A Apple lançou uma "atualização" para o iPhone que desabilitou muitos (talvez a maioria) dos telefones "modificados" para funcionar em qualquer operadora. Aparentemente, se você tentar devolver o seu iPhone desabilitado como defeituoso, a Apple poderá detectar a modificação, e recusará a devolução. Tudo indica que a posição da Apple será: "ei, nós avisamos você para não fazer isso".Se eu tivesse um iPhone travado, eu ligaria a bateria de meu carro em qualquer uma de suas entradas (por exemplo, dos fones de ouvido) para queimá-lo. Depois eu levaria o aparelho para a Apple. Não tenho certeza sobre o que aconteceria, mas suponho que ele não pareceria nada "hackeado". (É claro, não recomendo que ninguém faça o que eu faria).A Apple poderia ter lidado com os hacks de diversas maneiras, começando com avisos ao invés de uma ação unilateral. Creio que a intenção da Apple foi legitimamente maligna. A Apple sempre foi uma empresa centrada em controle. Ela não quer ver ninguém mexer com o seu hardware e software proprietário. A empresa não quer que o usuário tenha qualquer tipo de controle real.É por isso também que não há nenhuma grande comunidade sobre case mods, como é o caso dos PCs. Não há nada errado sobre a Apple manter o controle de seus computadores, pois ela evita com eficácia o ataque de hackers e outros males. Mas com o iPhone, as coisas são um tanto diferentes. Não há qualquer razão que justifique pagar o preço pelo aparelho bloqueado, e todos sabem que o verdadeiro problema é o preço.SIM Cards GSMAo redor do mundo, lojas de telefones vendem aparelhos desbloqueados que permitem trocar os SIM Cards quando necessário. Existem diversas razões para comprar um telefone desbloqueado, como a utilização de SIM Cards em outros países, ou a troca entre operadoras livremente.Nos EUA, os telefones travados são mais comuns. O mecanismo interno é elaborado com uma série de códigos que obrigam ao telefone funcionar apenas com uma certa operadora. Consequentemente, SIM Cards que funcionam com outros sistemas de cobrança simplesmente não funcionam.É possível destravar a maioria dos telefones através de um código, que desabilita o mecanismo de trava. É possível encontrar os códigos em diversos websites. Tipicamente, a operadora fornecerá o código ao usuário, mas somente após o prazo do serviço que permitiu a compra do aparelho por um preço módico ter expirado.Este útlimo detalhe é crucial. Os telefones são travados, mas eles são vendidos com um desconto especial para os usuários que assinam um contrato a longo prazo, com carência de um ou dois anos. Este é um truque típico por aqui: o usuário leva para casa um telefone por um preço muito em conta, às vezes gratuitamente, e a operadora garante um cliente pelos próximos um ou dois anos.Ninguém nunca tentou vender os telefones pelo seu preço real, mantendo o aparelho bloqueado enquanto o consumidor fica amarrado com um contrato a longo termo com um provedor porcaria. Olá, Apple. Os usuários ficaram tão encantados com o novo iPhone, que eles esqueceram de toda a sacanagem em que foram envolvidos. Ou pensaram que poderiam se safar com hacks. Agora a desabilitação por software ocorreu.O resultado final pode não ser o que a Apple (ou a AT&T) esperavam. O consumidor poderá reclamar, e até processar a empresa. Os resultados de processos oriundos de consumidores nunca são favoráveis às empresas, especialmente nos casos em que as empresas abusam o seu direito ou poder claramente de maneira errada.As seguintes coisas boas/ruins poderão acontecer:1) Telefones travados podem ser considerados ilegais em todas as circunstâncias.2) As empresas poderão ser responsabilizadas pela troca dos aparelhos que foram comprados pelo preço total, e desabilitados por modificações pós-venda. A empresa poderá ser responsabilizada também por quaisquer danos sofridos pelo usuario.3) A licença de produto pode ser considerada um documento legal inválido (isso deverá acontecer a qualquer dia, espere e verá).4) Todos os iPhones vendidos podem ser destravados de forma compulsória.5) Todos os contratos com a AT&T poderão ser cancelados.Tenho certeza de que existem outras opções viáveis, mas estas são apenas o início.

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Agora é a hora do Google OS

Fonte: PC Magazine

Ultimamente a Microsoft aparece com freqüência nos noticiários por duas razões: a primeira delas é geralmente publicidade negativa para o Windows Vista -- com pessoas reclamando sobre ele, e como muitas delas estão voltando ao XP. Nessa situação, a opinião comum é investir esforços corporativos para corrigir quaisquer problemas e defeitos do produto.Ao invés, ouvimos muita negação enquanto a Microsoft continua com seus planos: publicidade. E não estou falando em comprar publicidade, como qualquer empresa de software normalmente faz, mas sim vender anúncios -- como o Google faz.A síndrome dos engenheiros. A única diferença é que a Microsoft, outrora uma empresa de software, continua a abordar outros ramos com pouca ou nenhuma experiência neles. A Microsoft pode estar sofrendo com a síndrome dos engenheiros, algo que é recorrente. E isso é muito engraçado, pois engenheiros vêem isso acontecer com outros engenheiros a todo instante, menos com eles mesmos.O conceito é que a partir do momento que você aprende certas disciplinas da engenharia, você as projeta em outros afazeres sem qualquer relação, pois tudo o que você faz na vida é uma espécie de engenharia. O que acontece, porém, é um absurdo: a partir do momento que você descobre ser um excelente engenheiro em uma certa especialidade, você acredita ser um gênio absoluto em tudo o que você faz, pois na realidade, é tudo a mesma coisa.E isso se torna mais óbvio quando engenheiros tentam desenvolver e orquestrar uma campanha publicitária. Ei, campanhas são uma forma de engenharia, não? Se você trabalhar em alguma agência próxima ao Vale do Silício, saberá o pesadelo que é lidar com empresas de engenharia e desenvolvimento, por causa da intermissão constante dos funcionários.A Microsoft parece sofrer mais com essa síndrome do que o Google. A Microsoft viu que o Google está fazendo fortunas ao vender anúncios em resultados de procura e outros mecanismos -- o quão difícil deve ser fazê-lo? Então Ballmer súbitamente decide que metade da renda da Microsoft virá através da venda de anúncios. Ele está ficando louco! Imagine General Motors decidindo não comprar mais espaço publicitário para vender seus carros. Ao invés disso, eles colocam anúncios nos próprios veículos. Coloque uma propaganda em um Cadillac! Para a Microsoft, este é um cenário potencialmente desastroso: a empresa tira os olhos do seu sistema operacional e tenta entrar no instável ramo da publicidade, comprando diversas empresas e as dominando, pois os engenheiros sempre são os sabe-tudo. Essa é uma fórmula para o desastre.Google resolver ser a MicrosoftNesse interim, o Google encontra uma equipe de desenvolvedores que criaram um novo sistema operacional híbrido Linux-Windows-VM-BSD. Os resultados são interessantes, e de certa forma funcionam. Muitas pessoas não sabem que a todo instante, inúmeros sistemas operacionais são desenvolvidos, muitos deles com incrível potencial. A maioria não consegue tração -- se eles se destacarem acima dos outros, a Microsoft detona com eles rápidamente. Mas nenhum deles trabalhou debaixo da asa de uma empresa pouco problemática como o Google. E é aí que presenciamos o potencial para uma incrível mudança.A Microsoft resolve ser a NetscapeVocê deve se lembrar que em meados da década de noventa, a Netscape tentou entrar no território da Microsoft. A empresa contra-atacou entrando no ramo de navegadores internet, revidando contra a Netscape e ganhando a briga. Desta vez, a Microsoft é que está tentando entrar no ramo alheio. Parece que dessa vez, o palhaço da vez é a Microsoft, como ocorreu com a Netscape naquela época.Imagine só o conceito do Google OS -- um sistema compatível com Vista/XP que é perfeitamente funcional, tem bilhões de dólares investidos em seu desenvolvimento e é gratuito!Isso soa familiar? Dê o produto para o público, para destruir a vaca leiteira de outra empresa. Essa é exatamente a tática que pegará a Microsoft de surpresa, se ela tentar atacar o Google, uma empresa que nem mesmo compete diretamente com ela.Ao invés de abordar o ramo do Google, a Microsoft deveria cuidar de suas vacas leiteiras. Caramba, o que eles estão pensando?!


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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Placa de Vídeo ATI Radeon HD 2900 XT

Placa de Vídeo ATI Radeon HD 2900 XT
A AMD está finalmente lançando uma concorrente para a família GeForce 8800 da nVidia, a ATI Radeon HD 2900 XT (conhecida anteriormente pelo codinome R600). Nós testamos o desempenho neste novo lançamento da AMD e vamos comparar o seu desempenho ao de outras placas de vídeo.

A nova ATI Radeon HD 2900 XT trabalha a 740 MHz e acessa seus 512 MB de memória GDDR3 a 1,65 GHz (825 MHz x 2), usando uma nova interface com a memória de 512 bits. Com isso a taxa de transferência máxima teórica de acesso à memória desta placa é de 105,6 GB/s – a taxa de transferência máxima teórica de acesso à memória da Radeon X1950 XTX é de 64 GB/s e da GeForce 8800 GTX é de 86,4 GB/s. A nova GeForce 8800 Ultra pode acessar à memória a uma taxa de transferência máxima teórica de 103,6 GB/s.

 http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1366/1

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Placa-mãe ECS PN2 SLI2+ Extreme

Autor: Gabriel Torres e Cássio Lima
Tipo: Testes
Última Atualização: 20 de junho de 2007

Introdução
A PN2 SLI2+ Extreme da ECS é baseada no mais novo chipset da nVidia para a plataforma Intel, o nForce 680i, sendo uma placa-mãe topo de linha desenvolvida para os futuros processadores Core 2. Suas principais características incluem suporte às memórias DDR2 até 1.200 MHz, o novo barramento externo de 1.333 MHz (FSB) e um extraordinário suporte para o overclock. A nVidia tem agora uma nova abordagem e algumas placas-mãe com seus chipsets são agora rotuladas como “projetada pela nVidia” (“designed by nVidia”), o que significa que a placa-mãe foi desenvolvida e fabricada pela nVidia, e não pela marca que a está vendendo. Este é o caso desta placa-mãe. Vejamos como este modelo rotulado pela ECS se saiu em nosso teste.
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1377/1
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